Santos do BrasilMemória da fé no Brasil
Serva de DeusReligiosa missionária

Cleusa Carolina Rody Coelho

Missionária agostiniana recoleta, dedicou-se à educação e à defesa das comunidades indígenas.

Lábrea · AM · 1933–1985
Não foi incorporada uma fotografia verificada para esta ficha. O monograma não representa a aparência da pessoa.
VIDA, MISSÃO E MEMÓRIA

A história

Cleusa nasceu em Cachoeiro de Itapemirim e entrou na vida religiosa. Sua missão na Amazônia a aproximou de populações em situação de vulnerabilidade e das comunidades indígenas.

Morreu em 28 de abril de 1985 durante uma missão de paz. A Igreja local apresenta sua vida na condição de Serva de Deus e preserva o testemunho de sua entrega.

2 min de leitura da históriaBiografia ampliada · referências por capítulo
Nesta história
  1. Uma educadora diante de uma escolha de vida
  2. A proximidade com os povos indígenas
  3. Um exemplo para a vida
01 · VIDA E TESTEMUNHO

Uma educadora diante de uma escolha de vida

Cleusa nasceu em Cachoeiro de Itapemirim, em 1933. Destacou-se nos estudos e no curso de Magistério, recebendo a possibilidade de escolher onde lecionaria. Sua trajetória parecia oferecer um caminho promissor na educação.

O contato com os agostinianos recoletos de sua paróquia e o discernimento da vocação a levaram às Missionárias Agostinianas Recoletas. Trabalhou em cidades do Espírito Santo e do Amazonas. A formação de educadora não desapareceu: passou a fazer parte de uma vida inteiramente entregue à missão.

Referências deste capítulo: [1]

02 · VIDA E TESTEMUNHO

A proximidade com os povos indígenas

Na Amazônia, aproximou-se das pessoas pobres e da defesa dos indígenas. A fonte diocesana situa sua atuação em meio a interesses políticos e econômicos que ameaçavam essas comunidades.

Em 28 de abril de 1985, foi assassinada às margens do rio Paciá, na região de Lábrea, durante uma missão de paz. Sua memória permanece ligada ao compromisso de estar perto de pessoas vulneráveis. O exame formal de sua causa é distinto da linguagem de martírio empregada para recordar pastoralmente essa entrega.

Referências deste capítulo: [1]

UM EXEMPLO PARA A VIDA

Para levar ao coração

A formação e os talentos podem tornar-se serviço quando deixam de servir apenas ao próprio futuro. Esta vida convida a perguntar a quem nossos conhecimentos e nossas oportunidades estão efetivamente ajudando.

Reflexão editorial do Santos do Brasil, não citação da pessoa biografada.

Texto original de síntese biográfica em português · Consulte as fontes ao final.

RECONHECIMENTO DA IGREJA

A etapa da causa

Servo de DeusVenerávelBeatoSanto

Serva de Deus, com causa de beatificação em andamento segundo a diocese de origem.

Sem beatificação registrada. Não há, nesta ficha, um “milagre que o beatificou”. Graças narradas por devotos, análises médicas ou notícias sobre a causa não equivalem, por si sós, à aprovação de um milagre pela Igreja.

O percurso não é um automatismo. Existem causas por martírio, virtudes heroicas, oferta da vida e formas equipolentes de reconhecimento. Entender as diferenças.

SEPULTURA E RELÍQUIAS

Onde estão os restos mortais?

Informação ainda não confirmada

Localização atual dos restos mortais ainda não confirmada nesta edição. Um santuário, memorial ou cidade de atuação não implica a presença do corpo.

Relíquia, memorial, santuário de devoção e sepultura são realidades distintas. A cidade indicada no mapa não deve ser usada como endereço exato do túmulo. Confirme com a instituição as condições atuais de visita.

DETALHES QUE AJUDAM A COMPREENDER

Para conhecer melhor

A memória pastoral de seu martírio não equivale a afirmar que já foi beatificada.

APROFUNDAR COM AS REFERÊNCIAS

Fontes desta ficha

  1. Biografia e documentação da causadiocesecachoeiro.org.br

Texto editorial de síntese, não transcrição de um processo canônico. Conferência editorial: 9 de setembro de 2026. Os documentos das instituições responsáveis prevalecem sobre esta apresentação.

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